"Quem me dera encontrar o verso puro, O verso altivo e forte, estranho e duro, Que dissesse a chorar isto que sinto!"
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Estão sendo assim os meus dias, todos eles cinzas, nublados, sem graça. Olho da janela do meu quarto e vejo aqueles casais andando de mãos dadas e uma agonia toma conta de mim, ouço aquelas músicas e vem no peito um aperto gigante, uma vontade de chorar, de querer saber o que se passa na cabeça de outrém. Queria ter a habilidade de ter raiva de ter ódio, de pensar nas falsas palavras, aquelas venenosas, que outrora me faziam sorrir, e que agora são como flechas, com a ponta pegando fogo com um único e objetivo alvo; o meu coração.
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